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Arquivo de agosto, 2008

30/08/2008 - 10:57

Um exemplo de Madri

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Bastidores da TV Real Madrid: jornalistas podem criticar diretoria e jogadores

Aproveitei o descanso pós-Olimpíada para conhecer uma cidade cada vez mais importante para o esporte mundial e já tenho algumas coisas para contar daqui de Madrid.

A capital espanhola vibra com a temporada fantástica de Rafael Nadal no tênis, ainda comemora o título da seleção no Euro-2008, espera a recuperação de Fernando Alonso na F-1 e reclama da arbitragem na derrota para os EUA na final masculina do basquete nos Jogos Olímpicos de Pequim.

Quando olham mais para frente, os espanhóis sonham com os Jogos Olímpicos de 2016 em Madrid e trabalham sério para isso. O futuro próximo aponta para mais uma temporada boa de futebol, com os gigantes Real Madrid e Barcelona acompanhados por Atlético de Madrid e Villareal como os mais sérios candidatos ao título nacional e clubes que representam o país na Liga dos Campeões da Europa.

E a temporada foi assunto para o programa ‘Extra Time’, da TV Real Madrid, do qual acompanhei a gravação nesta sexta. Trata-se de um debate em inglês transmitido para muitas partes do mundo (vários países europeus, africanos e asiáticos) duas vezes por semana, às segundas e sextas. É parte importante da estratégia de globalização da marca do clube. O apresentador Dan Thomas é inglês e os debatedores são jornalistas que acompanham o dia-dia do clube. Na edição desta sexta estavam uma espanhola, um brasileiro, um italiano e um libanês.

Interessante observar que, apesar de ser um programa ‘oficial’ do Real Madrid, os jornalistas têm liberdade para criticar o trabalho da diretoria e os jogadores. Lição para dirigentes brasileiros que pretendem explorar o segmento no Brasil. Falou-se muito em Robinho. Nem mesmo gente de dentro do clube sabe o que vai acontecer com o brasileiro até o fechamento do mercado europeu nesta segunda-feira. O jogador já ficou fora da convocação para a estréia do time no Campeonato Espanhol neste domingo contra o Deportivo, em La Coruña.

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24/08/2008 - 05:02

Festa Chinesa

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Imagem em painel publicitário mostra povo chinês empurrando atletas olímpicos

Os chineses lideraram com folga o quadro geral de medalhas desde o primeiro dia dos Jogos de Pequim e mostraram que vai ser difícil pará-los nas próximas Olimpíadas.

O esporte ganhou impulso nos últimos anos e agora virou questão prioritária para o Estado. Os investimentos apresentaram resultados impressionantes como nove medalhas de ouro na ginástica artística, sete nos saltos ornamentais, oito no levantamento de peso, quatro no tênis de mesa e cinco no tiro esportivo.

Os chineses ainda se atreveram a ganhar títulos olímpicos em modalidades nas quais nem apareciam entre os melhores há quatro anos: natação, vela, remo, luta, esgrima, tiro com arco, canoagem e boxe.

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23/08/2008 - 14:39

SEGURANÇA

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Esta é uma das entradas do “ambiente olímpico” aqui em Pequim. Elas estão em todos os locais de competição, no Parque Olímpico, em estações de metrô e até nas passagens subterrâneas da Praça da Paz Celestial.

Sacolas, mochilas e malas são colocadas em um aparelho de raio-x, como em aeroportos. Computadores portáteis têm que ser verificados separadamente. Todas as pessoas, credenciadas ou com ingressos, são obrigadas a passar por um detector de metais e podem ser submetidas a revista com detectores manuais.

Os chineses já começam a preparar um grande esquema de segurança para a cerimônia de encerramento. É a única coisa que falta para que os Jogos Olímpicos de Pequim sejam considerados sucesso total. No âmbito esportivo, vários recordes caíram e o nível técnico foi muito bom em quase todas as modalidades. E críticas à organização foram ouvidas apenas em casos isolados, como a perda da vara da brasileira Fabiana Murer.

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22/08/2008 - 14:08

O REI E OS JOGOS OLÍMPICOS

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Rei Pelé concede entrevista na Vila Olímpica

Atletas do mundo inteiro e de várias modalidades emocionaram o Rei do Futebol nesta sexta-feira aqui em Pequim. Novo garoto-propaganda da campanha Rio 2016, Édson Arantes do Nascimento foi convidado para conhecer a Vila Olímpica e foi assediado como se fosse uma estrela do esporte atual.

Faz mais de 30 anos que Pelé parou de jogar e pela primeira vez que o vi surpreso com o encanto que é capaz de produzir. Foi assim com jovens atletas do mundo todo, que cercaram o ex-camisa 10 da seleção para uma foto ou um autógrafo. Há oito anos tive o prazer de entrevistar Pelé sobre os Jogos Olímpicos e ele revelou que o fato de nunca ter disputado uma edição olímpica por ter entrado muito cedo na seleção principal de futebol foi uma das maiores frustrações da brilhante carreira.

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22/08/2008 - 02:42

HISTÓRIA OLÍMPICA 142

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Além das 10 medalhas, sendo cinco de ouro, o Brasil também comemorou outros bons resultados nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Pela primeira vez a ginástica classificou uma equipe completa para os Jogos, a feminina. Daiane dos Santos chegou à final do solo e foi a quinta colocada. No taekwondo, Diogo Silva e Natália Falavigna ficaram na quarta posição. Na natação, foram cinco finais: Joanna Maranhão nos 400m medley, Flavia Delaroli nos 50m livre, Thiago Pereira nos 200m medley, Gabriel Mangabeira nos 100m borboleta e a equipe feminina do revezamento 4x200m livre.

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21/08/2008 - 15:03

AS ÚLTIMAS CHANCES

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Corredores do IBC já estão cheios de caixas que vão levar o equipamento das emissoras

Organizadores dos Jogos Olímpicos já preparam a desmontagem da estrutura. Falta pouco tempo para o Brasil conquistar as medalhas que ainda não vieram aqui na China. E restam poucas chances…

Em Pequim, a novidade foi o ouro da natação, com César Cielo nos 50 metros nado livre. O Brasil não conseguiu ampliar a quantidade de modalidades no pódio olímpico, o que era um dos objetivos do Comitê Olímpico Brasileiro. Vela e judô garantiram a maioria das medalhas do país e agora o vôlei deve melhorar a situação no quadro geral.

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21/08/2008 - 07:42

HISTÓRIA OLÍMPICA 141

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A delegação brasileira subiu 10 vezes ao pódio nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, com três medalhas de bronze. Vanderlei Cordeiro de Lima foi o terceiro na maratona, que liderava até ser empurrado por um espectador que protestava. No judô, dois atletas mantiveram a tradição de medalhas para o Brasil. Leandro Guilheiro ganhou o bronze na categoria leve e Flávio Canto comemorou a medalha na categoria meio-médio. Na vela, Ricardo ‘Bimba’ Winicki liderava com folga a classe mistral até a última regata, mas foi muito mal na etapa decisiva e não conseguiu ficar entre os melhores.

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21/08/2008 - 02:07

QUATRO SEMIFINAIS

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Jornalistas transmitem jogo no Capital Gymnasium, onde são disputadas partidas de vôlei nos Jogos Olímpicos de Pequim

O Brasil ainda está longe de corresponder às previsões feitas sobre a campanha do país aqui em Pequim. Apenas judô, natação e vela garantiram medalhas até agora, mas o vôlei promete melhorar a posição da equipe brasileira no quadro geral.

É muito bom ver a prova de que organização e trabalho sério sempre dão bons resultados. E melhor ainda perceber que eles têm durado muito, que a renovação tem acontecido constantemente, na quadra e na praia.

Ainda são três chances de ouro e uma de bronze. O vôlei brasileiro pode deixar Pequim com seis medalhas, o que seria incrível. De tudo que tenho visto, estou impressionado com o time feminino, comandado por José Roberto Guimarães. A equipe está equilibrada e com ótimo aproveitamento em todos os fundamentos. Para mim, a melhor chance de título olímpico.

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21/08/2008 - 02:03

HISTÓRIA OLÍMPICA 140

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Das 19 medalhas conquistadas pelo Brasil nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, duas foram de prata. Depois de dominar o circuito mundial por muitos anos, a dupla Adriana Behar e Shelda não foi páreo na decisão para as americanas Walsh e May. No futebol, sem a seleção masculina, que nem se classificou para os Jogos, as meninas brilharam. Com preparação de apenas seis meses com o técnico René Simões, o time, que tinha até jogadoras sem clube, chegou à final, passou perto do ouro e foi perder só na prorrogação, uma das pratas mais comemoradas da história olímpica brasileira.

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19/08/2008 - 09:54

FOI E NÃO VOLTA MAIS

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Décima no salto com vara, Fabiana Murer voltou a sorrir no embarque para o Brasil

Muitas coisas aconteceram entre o encerramento da participação de Fabiana Murer no salto com vara e o embarque da brasileira para casa. Depois de chorar ao perder a boa chance que tinha de conquistar medalha no estádio Olímpico, a brasileira teve dificuldade para pregar os olhos na Vila Olímpica.

Resolveu sair para dar uma volta e encontrou o técnico Élson Miranda. Os dois resolveram comer alguma coisa no refeitório e caminhar. Quando começou a chover, os dois foram se proteger justamente no local em que os organizadores dos Jogos checavam equipamentos para entender o que tinha acontecido no Ninho de Pássaro.

Ao perceber que os homens tiraram fotos, Fabiana prestou atenção e reconheceu a tal vara intermediária que faltou na final, deixada de forma errada por eles junto com os tubos de vara das atletas que não se classificaram para a final.

Mais calma ao deixar Pequim, Fabiana Murer revelou ter revisto a decisão de não competir mais este ano, mas confirmou que não voltará à China, onde tinha duas competições programadas ainda em 2008.

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