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29/10/2008 - 01:54

ÍDOLOS NO COMANDO

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Não existe fórmula para o sucesso de uma seleção nacional, mas muitas vezes os dirigentes recorrem a grande ídolos nacionais em momentos de aflição. É o que faz a Associação do Futebol Argentino (AFA) com a contratação de Diego Armando Maradona.

É desnecessário falar da paixão dos argentinos pelo craque e do que ele representa para o futebol no país. O importante é saber se Dieguito vai conseguir se controlar em vários sentidos. Como torcedor, ele costuma fazer críticas muito duras aos jogadores da equipe argentina, que podem estragar o ambiente de um grupo ou o clima com um atleta.

Outra coisa importante é saber conviver com palpites e discordâncias que vão aparecer durante o trabalho com um supervisor como Carlos Billardo, técnico campeão do mundo em 86, e com os ex-companheiros de seleção Sergio Batista, José Luis Brown e Pedro Troglio, que farão parte do novo corpo técnico.

Sâo todos amigos queridos, gente que Diego respeita muito. A diferença é que Maradona tinha uma capacidade incrível de tomar as decisões certas e resolver as partidas como craque dentro de campo. Vai ser mais difícil como treinador.

De modo geral, os brasileiros não têm boas lembranças do trabalho de Falcão no começo dos anos 90 e ainda desconfiam de Dunga no comando da seleção. Klinsmann foi além das expectativas à frente da Alemanha. Eu não aposto em Maradona, mas vou adorar vê-lo em ação novamente.

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