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28/11/2009 - 14:40

HISTÓRIAS DAS COPAS 170

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A expulsão de Luis Pereira deu lugar a Alfredo na disputa do 3º lugar da Copa de 74 contra a Polônia. O técnico Zagallo ainda decidiu mexer mais no time, com Dirceu adiantado e a primeira chance para Ademir da Guia no meio-campo. Desanimado, o Brasil pouco fez e foi derrotado por 1×0, gol de Lato, o artilheiro do Mundial com sete gols marcados. Os poloneses, que tinham conquistado a medalha de ouro olímpica dois anos antes no mesmo estádio Olímpico de Munique, agora celebrava o terceiro lugar na Copa.

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27/11/2009 - 12:38

HISTÓRIAS DAS COPAS 169

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A Holanda jogava pelo empate contra o Brasil para chegar à decisão da Copa de 74. Os holandeses começaram nervosos contra a seleção brasileira, que não jogava um futebol brilhante no torneio. A partida teve muitas divididas duras e jogadas violentas. Depois do primeiro tempo equilibrado, a Holanda dominou as ações e marcou com Neeskens, aos cinco minutos, e com Cruyff, aos 19 da segunda etapa. Com o zagueiro Luis Pereira expulso perto do encerramento do jogo, o Brasil ficou fora da decisão na partida que coroou a maior surpresa da Copa.

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26/11/2009 - 17:35

HISTÓRIAS DAS COPAS 168

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Já com os apelidos de “Laranja Mecânica” e “Carrossel”, a Holanda entrou no grupo 1 da 2ª fase da Copa de 74, que também tinha Brasil, Alemanha Oriental e Argentina. A seleção contou com o talento de Rivellino para vencer os alemães por 1×0 e os argentinos por 2×1. Como os holandeses também venceram as duas partidas, o confronto Brasil x Holanda no estádio Westfallen, em Dortmund, no dia 3 de junho, valeria vaga na decisão do Mundial. Na outra chave, a Alemanha Ocidental superou Suécia e Iugoslávia e foi para a final ao derrotar a Polônia por 1×0, gol de Gerd Mueller.

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25/11/2009 - 18:12

HISTÓRIAS DAS COPAS 167

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Depois de treinar Ajax e Barcelona, o técnico holandês Rinus Michels assumiu a seleção do país meses antes da Copa do Mundo de 74, na Alemanha Ocidental. O grupo superou um racha entre jogadores do Feyenoord e do Ajax para mostrar um conjunto inimaginável para uma equipe formada às vésperas do torneio. As ideias de diminuir os espaços do adversário com a linha de impedimento e de comprimir as linhas táticas para permitir trocas de posições e movimentação constante formataram o “futebol total” holandês. A seleção brilhou logo na primeira fase com vitórias sobre o Uruguai por 2×0 e sobre a Bulgária por 4×1, além do empate por 0x0 contra a Suécia.

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24/11/2009 - 15:12

OS MELHORES DO BRASILEIRÃO

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Ainda restam duas rodadas, que de tão importantes, podem valer muitos pontos a favor ou contra os atletas de acordo com o desempenho, mas já dá para ter uma boa ideia dos destaques do Brasileirão.

No embalo da divulgação dos indicados ao Prêmio Craque Brasileirão pela CBF, registro aqui a minha opinião sobre os protagonistas da competição.

No gol, nem Bruno (Flamengo), nem Marcos (Palmeiras), nem Victor (Grêmio). Para mim, o melhor foi Fábio, do Cruzeiro.

Nas laterais, escolho os indicados Léo Moura (Flamengo) e Júlio César (Goiás) e estranho a presença do palmeirense Armero do lado esquerdo.

A dupla de zaga mais segura é mesmo André Dias e Miranda, do São Paulo, mas Danilo (Palmeiras) e Réver (Grêmio) também foram bem.

A lesão fez Pierre (Palmeiras) perder espaço para Sandro (Inter) e Willians (Flamengo). Cleiton Xavier (Palmeiras) e Petkovic (Flamengo) completam o meio.

No ataque, Fred (Fluminense) e Adriano (Flamengo) foram os melhores e Diego Tardelli (Atlético-MG) foi outro que teve um grande ano.

Gostei muito da indicação de Paulo Silas, do Avaí, com um dos principais treinadores, mas o número 1 na função foi Andrade, que comandou a arrancada do Flamengo para a disputa do título.

Para completar, a arbitragem: Heber Roberto Lopes viveu a melhor temporada da carreira e foi o grande nome do apito no Brasileirão.

E o craque da competição? Prefiro esperar pelas rodadas finais para saber quem vai decidir. Basta lembrar que eleições antes da decisão deixaram Zidane sem o prêmio de melhor da Copa de 98, assim como Ronaldo em 2002.

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24/11/2009 - 14:54

HISTÓRIAS DAS COPAS 166

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Apesar de só ter participado da Copa do Mundo em 1938, a Holanda chegou ao Mundial de 74 com o prestígio obtido pelos clubes em competições continentais, com quatro títulos seguidos na Copa Europeia de Clubes Campeões: um do Feyenoord, em 70, e três do Ajax, em 71, 72 e 73. A seleção, no entanto, ainda não colecionava bons resultados e não tinha o reconhecimento dos torcedores holandeses.

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23/11/2009 - 20:40

HISTÓRIAS DAS COPAS 165

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Pressionado pela necessidade de vitória para seguir na Copa de 74 contra o frágil Zaire, que já tinha levado 11 gols em 2 partidas, o técnico Zagallo mudou de novo a seleção com Carpegiani e Edu nos lugares de Paulo César Caju e Mirandinha. Com gols de Jarizinho, Rivellino e Valdomiro, o Brasil venceu por 3×0 e garantiu a segunda posição no grupo 2, atrás da Iugoslávia, que superou a equipe brasileira no saldo de gols.

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22/11/2009 - 21:13

A PIOR DAS ORIENTAÇÕES

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Ao final de mais uma rodada emocionante do Brasileirão, quero destacar a mais absurda das orientações que recebem os árbitros de futebol.

Imagine a emoção de um gol aos 43 minutos do segundo tempo. E se esse gol determinar uma vitória de virada? Pode ficar ainda mais emocionante se o seu time precisar desse resultado para fugir do rebaixamento. Para completar, o adversário é  o líder da competição até então

Quando Jóbson marcou 3×2 para o Botafogo contra o São Paulo, a explosão de alegria foi inevitável. O atacante comemorou com a torcida e exagerou ao tirar a camisa. Levou o segundo amarelo e foi expulso. O árbitro Sandro Meira Ricci, um dos melhores do Brasileirão, agiu de acordo com a orientação dada pela Fifa.

O que não entendo é o objetivo dessa medida. A arbitragem pode perfeitamente colocar o tempo gasto na comemoração nos acréscimos, mas tentar controlar a emoção no melhor momento do futebol é realmente difícil de engolir.

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22/11/2009 - 17:40

HISTÓRIAS DAS COPAS 164

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O Brasil teve um começo difícil na Copa do Mundo, de 74, na Alemanha Ocidental. O técnico Zagallo escalou Leão, Nelinho, Luiz Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Piazza, Rivellino e Paulo César Caju; Valdomiro, Jairzinho e Leivinha para o empate por 0x0 contra a Iugoslávia, em Frankfurt. Cinco dias depois, com Mirandinha no lugar de Valdomiro, a seleção empatou de novo e não conseguiu marcar: 0x0 com a Escócia.

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21/11/2009 - 17:35

HISTÓRIAS DAS COPAS 163

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A seleção brasileira que o técnico Zagallo levou para a disputa da Copa do Mundo de 74, na Alemanha Ocidental, tinha seis jogadores do Palmeiras, bicampeão brasileiro em 72 e 73: Leão, Luiz Pereira, Alfredo, Leivinha, César e Ademir da Guia. Apenas quatro jogadores que foram destaques na conquista da Copa de 70, no México, estiveram no grupo: Piazza, Jarizinho, Rivellino e Paulo César Caju.

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