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Arquivo da Categoria Jogos Olímpicos

02/10/2009 - 16:59

FUTURO MELHOR PARA O ESPORTE BRASILEIRO

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Nos últimos dias, você foi bombardeado com informações sobre o que os Jogos Olímpicos podem movimentar e a importância do evento para uma cidade.

A partir de hoje, moradores do Rio sonham com vizinhanças mais seguras, com congestionamentos menores, com metrô melhor, com corredores de ônibus eficientes. Até mesmo com a Baía da Guanabara despoluída.

E o turismo deve crescer muito graças à Copa do Mundo em 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016, com expectativa de aumento expressivo no número de visitantes que o país vai receber.

Mais empregos e mais dinheiro por aqui. Tem também aquela importante preocupação com o uso dos recursos, que serão quase todos públicos no projeto para o Brasil receber a primeira olimpíada na América do Sul.

A maior conquista, no entanto, já está sendo celebrada por atletas e treinadores de muitas modalidades. Junto com Jogos, vão chegar ao Brasil investimentos do Comitê Olímpico Internacional para desenvolvimento do esporte por aqui.

Conversei hoje com Hortência (basquete), Jade Barbosa (ginástica), Leandro Guilheiro (judô), Tiago Camilo (judô), Hugo Hoyama (tênis de mesa) e Giovane Gávio (vôlei). Todos apostam no crescimento acelerado do esporte brasileiro graças aos Jogos Olímpicos de 2016.

É bem provável que os resultados já sejam observados em Londres-2012. Aí passamos quatro anos muito mais ligados em resultados de mundiais e outras competições importantes de muitas modalidades, interesse que vai ter consequências positivas na busca por patrocínios e investimentos para atletas brasileiros.

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22/05/2009 - 18:24

PARA PENSAR NO FIM DE SEMANA

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O trecho abaixo foi retirado de e-mail que recebi da assessoria de comunicação do deputado federal Silvio Torres. É para pensar se vale a pena…

“Respondendo questionamentos do deputado Silvio Torres (PSDB-SP), na audiência pública desta quarta-feira, na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, informou que os gastos oficiais com a candidatura da cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 ficarão em torno de R$ 80 milhões, bancados em grande parte pelo governo federal e o restante pelo governo e prefeitura do Rio de Janeiro. Até agora foram investidos R$ 47,6 milhões. O anúncio da cidade vencedora será feito em 2 de outubro em Copenhague, na Dinamarca. O Rio de Janeiro concorre com Tóquio, Chicago e Madri.

            No caso do Rio sair vencedor só a parte técnica do projeto de organização dos jogos está orçada em R$ 5,6 bilhões. Desse total, 45% virão da iniciativa privada e 24% do governo federal. Os 31% restantes sairão da venda de imagens, licenciamento de produtos e ingressos. As obras de infra-estrutura que serão executadas tem um custo estimado em R$ 23 bilhões, a maioria delas incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

            Nuzman revelou que o repasse do Comitê Olímpico Internacional (COI) para ajudar na organização dos Jogos Olímpicos de 2016 é da ordem da 1 bilhão de dólares.”

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23/03/2009 - 21:48

MESTRE DOS SALTOS

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Hoje tive o prazer de conversar com o técnico Nélio Moura, que viu dois de seus atletas faturarem ouro no salto em distância nos Jogos Olímpicos de Pequim. Na visita ao Magazine Bandsports, o treinador lembrou com emoção das conquistas da brasileira Maurren Maggi e do panamenho Irving Saladino.

Nélio ainda foi otimista com relação à evolução de outra brasileira, Keila Costa, que tem resultados expressivos no salto triplo mas, devido a pequenas lesões acumuladas ao longo da carreira, tem se dedicado mais ao salto em distância.

Sobre o uso do vídeo para cálculo dos saltos horizontais, aprovado pela IAAF (Federação Internacional de Atletismo), ele destacou que o recurso vai apenas acelerar o divulgação dos resultados. Portanto, não teremos mais aquele suspense sensacional entre o salto da russa Tatiana Lebedeva e a confirmação de que ela havia terminado 1cm atrás de Maurren na China. A precisão não mudará, pois já era garantida pelos teodolitos, tecnologia usada atualmente.

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23/02/2009 - 17:37

A FUGA

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Guillermo RingodeauxMais um grande atleta cubano abre mão da vida na ilha para virar um profissional. A notícia da fuga do bicampeão olímpico de boxe Guillermo Rigondeaux me pegou no meio do carnaval.  Logo me lembrei de uma conversa que tive há menos de um mês com o também pugilista cubano Erislandy Lara, que desertou com Rigondeaux durante o Pan do Rio, em 2007.

Lara vive hoje em Miami, onde treina diariamente para combates pelos quais já recebe um bom dinheiro. A grana, aliás, foi o motivo para os dois não ficassem no Brasil há um ano e meio. Não havia perspectiva de carreira por aqui e faltavam recursos para que eles chegassem à Europa e encontrassem empresários interessados no trabalho dos atletas.

O caminho de Lara e Rigondeaux foi o mesmo, a fuga pelo México. O primeiro a escapar diz manter contato eventual com a mãe e os filhos e justifica a saída de Cuba. “As coisas foram muito difíceis. Não podia seguir a carreira esportiva pois não seria bem visto.”

Sem emprego fixo, Lara não viu outra saída a não ser deixar a ilha caribenha. Campeão mundial amador da categoria meio-médio até 69 quilos em 2005, o boxeador admitiu ter arriscado a vida durante as 12 horas dentro de uma lancha, na viagem do litoral cubano até a costa mexicana. Antes de chegar aos Estados Unidos, o boxeador passou pela Alemanha, primeiro destino depois da fuga, em fevereiro do ano passado.

Erislandy Lara não pretende voltar a Cuba, mas planeja férias no Brasil assim que conseguir regularizar a sua documentação.

Em outras modalidades, o esporte cubano também tem perdido atletas importantes. Os resultados da delegação nos Jogos Olímpicos de Pequim já não foram tão bons quanto os de edições anteriores. Além da ausência de ídolos no país, jovens esportistas também passam a ver na fuga um caminho para o futuro. As consequências podem ser terríveis para o esporte cubano.

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02/02/2009 - 02:14

PHELPS E AS FESTAS

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Nas últimas décadas, muitas celebridades admitiram que, em algum momento da vida, por um motivo ou outro, já estiveram em contato com um tipo de droga. Astros do rock, estrelas do cinema e políticos importantes. Até mesmo famosos esportistas.

Não foi fácil, no entanto, ver Michael Phelps, o maior vencedor da história olímpica, aparecer em foto consumindo maconha em uma festa. Rapidamente, o nadador americano de 23 anos de idade se desculpou publicamente. Aos 19, Phelps já havia agido de forma parecida depois de ter sido flagrado dirigindo sob efeito de álcool.

Pelo que fez na piscina olímpica de Pequim no ano passado, o nadador parece ter evitado que qualquer coisa atrapalhasse a preparação para o grande evento. Mas também é verdade que, de alguma forma, os comportamentos são incompatíveis.

Com grandes resultados aparecem fama e dinheiro, além de muita responsabilidade e uma incômoda exposição. Lidar com tudo isso aos 23 anos pode ser mais difícil do que virar o número 1.

Autor: - Categoria(s): Jogos Olímpicos, Natação Tags: ,
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