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11/10/2009 - 21:13

UM POUCO DE CADA COISA

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Altitude, falta de entrosamento, nervosismo, desatenção em lances isolados de bola parada e até mesmo o mérito dos bolivianos.

Junto uma porção de cada um dos ingredientes acima e você vai entender a derrota do Brasil para a Bolívia por 2×1 pela penúltima rodada das eliminatórias.

Deve ser difícil mostrar serviço quase quatro mil metros acima do nível do mar, mas era de se esperar mais de jogadores que precisavam mostrar serviço como Miranda, André Santos e principalmente os meias Diego Souza e Alex.

Entre os atacantes, Nilmar foi destaque, Adriano foi atrapalhado por contusão e Diego Tardelli não decepcionou.

O aproveitamento de Daniel Alves no meio foi apenas regular, mas a avaliação não compromete a participação do jogador no grupo, já que ele é o reserva para a lateral-direita e pode atuar também pelo lado esquerdo.

MAIS DA METADE – Já temos mais da metade da Copa definida com 19 seleções classificadas. Além da África do Sul, dona da casa, o continente africano já tem Gana e Costa do Marfim no Mundial. Da América do Sul, avançaram Brasil, Paraguai e Chile.

Os asiáticos garantidos são Japão, Austrália, Coreia do Sul e Coreia do Norte. Da região da Concacaf, conquistaram vagas os EUA e o México. E da Europa, já avançaram Itália, Alemanha, Sérvia, Dinamarca, Inglaterra, Espanha e Holanda.

Restam 13 vagas: três da África, uma da Concacaf, uma da América do Sul, seis da Europa (duas diretas e quatro na repescagem), uma da repescagem Ásia / Oceania e uma da repescagem América do Sul / Concacaf.

Autor: - Categoria(s): Copa 2010, Seleção Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
01/04/2009 - 20:34

SEIS PUNHALADAS

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A vocação argentina para a dramaticidade teve um dos seus capítulos mais expressivos nesta quarta-feira com a derrota da seleção para a Bolívia por 6×1, em La Paz, pelas eliminatórias para a Copa de 2010.

Foi o segundo jogo da Argentina na classificação para o mundial sob o comando de Diego Maradona, o “Deus” do futebol para os nossos vizinhos. Depois de uma estreia encantadora contra a Venezuela (goleada por 4×0 no último sábado), o resultado a quase 4.000 metros de altitude foi uma cachoeira de água gelada.

Dieguito foi, ao menos, coerente ao falar sobre o jogo. Depois de apoiar a luta do presidente boliviano, Evo Morales,  para que a Fifa revogasse a medida que impedia partidas em cidades altas como a capital da Bolívia, “El Diez” não reclamou de cansaço ou de outras consequências do ar rarefeito. “A Bolívia jogou bem e nós não fizemos nada do que vínhamos fazendo e por isso o resultado tão expressivo. Sabia que viveria algo assim como treinador, mas espero não passar mais por nada parecido.”

E como a relação com o povo argentino é fortíssima, Maradona mandou um recado emocionado. “Sofri com eles. Cada gol da Bolívia era uma punhalada no meu coração.” Veja o vídeo da entrevista:

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , ,
29/03/2009 - 22:37

ALGUMAS PERGUNTAS PARA DUNGA

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Conversei com algumas dezenas de pessoas depois de Equador 1×1 Brasil, em Quito, pelas eliminatórias. Ninguém gostou da seleção. Já Dunga… “Foi uma boa partida pelo retrospecto do Brasil na capital equatoriana”. Boa? Tem certeza?

O treinador também ressaltou o fato de o adversário saber jogar a quase 3 mil metros de altitude, apesar de apenas dois jogadores do Equador atuarem na cidade. “É difícil jogar com uma equipe que sabe aproveitar a altitude.” Falou especialmente da velocidade da bola. Então, o que motivou a CBF a levar a delegação para Quito horas antes da partida? Não seria importante que os atletas pudessem bater uma bola e sentir a diferença em relação a Teresópolis?

Depois de ver o Equador criar várias chances e o goleiro Júlio César salvar o Brasil durante os primeiros 60 minutos de jogo, Dunga sacou Elano e colocou Josué. Josué?

Outra frase tirada da análise do técnico sobre a partida, mais especificamente, referente à atuação de Ronaldinho Gaúcho. “Ele não tem ritmo adequado porque entra pouco no time do Milan.” Não seria interessante apostar em meias que estão bem na Europa, como Alex (Fenerbahce) e Renato Augusto (Bayer Leverkusen), gente que está bem no Brasil, como Hernanes (São Paulo), ou ainda em quem saiu em grande forma e há pouco tempo do país, como Alex (ex-Inter)?

Espero que não seja tão complicado ganhar do lanterna Peru em Porto Alegre e sair da quarta posição no caminho da Copa da África do Sul.

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