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27/09/2009 - 19:36

A ARTE DE EVITAR GOLS

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Em um ótimo fim de semana para o líder Palmeiras na briga pelas primeiras posições do Brasileirão, os destaques não foram artilheiros. E não se deixe enganar pela primeira impressão sobre o título do post, também não vou tratar de goleiros. Os grandes nomes da 26a rodada foram um zagueiro e um volante que quase não entraram em campo.

O palmeirense Danilo dependia do pagamento de multa para o Atlético-PR, que o emprestou para o Palmeiras, e foi brilhante na vitória sobre o time paranaense por 2×1. Não só por participar dos dois gols, mas principalmente por um lance aos 37 minutos do segundo tempo. O Palmeiras tinha vantagem no placar e viu Paulo Baier se livrar o goleiro Marcos e bater para o gol. Danilo esticou o pé direito para garantir o resultado.

Richarlyson mal treinou durante a semana e chegou ao Morumbi como dúvida do São Paulo para o clássico contra o Corinthians. Não só entrou em campo, mas foi decisivo ao correr atrás de Ronaldo depois de uma falha aos 22 minutos da segunta etapa. Em velocidade, o volante foi preciso ao desarmar o craque corintiano, que já se preparava para marcar 2×0.

Assim é um campeonato equilibrado. Imagine só se os dois não entram em campo…

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17/09/2009 - 18:10

HISTÓRIAS DAS COPAS 98

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A disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo de 58, na Suécia, foi um jogo de artilheiros. Na vitória da França sobre a Alemanha por 6×3, o alemão Helmut Rahn marcou um de seus seis gols no Mundial. O nome do jogo foi o francês Just Fontaine, que balançou as redes quatro vezes para chegar à incrível marca de 13 gols em uma só edição do torneio. Os outros goleadores da Copa foram os brasileiros Pelé, com seis gols, e Vavá com cinco, mesma marca do inglês Peter McParland.

Autor: - Categoria(s): Copa 2010, Histórias das Copas Tags: , , , , , , , , ,
23/08/2009 - 11:09

HISTÓRIAS DAS COPAS 73

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A seleção brasileira estava recheada de craques na Copa de 54, na Suíça. Um dos artilheiros do time, com dois gols em três jogos, Julinho Botelho disputou o seu único mundial de futebol. Revelado pelo Juventus, brilhou na Portuguesa e foi vendido para a Fiorentina. Abriu mão de disputar a Copa de 58 por jogar fora do Brasil. Virou ídolo na Itália e voltou ao Brasil para encerrar a carreira no Palmeiras. Excelente na ponta-direita, Julinho marcou a história do futebol brasileiro em 59 ao transformar em aplausos com uma grande atuação as vaias que recebia da torcida no Maracanã por ter deixado Garrincha na reserva em jogo contra a Inglaterra.

Autor: - Categoria(s): Copa 2010, Histórias das Copas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
05/12/2008 - 18:36

MAIS UM BRASILEIRÃO

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Assim como milhões de brasileiros, eu gosto de acompanhar os principais campeonatos da Europa para ver, entre outras coisas, os melhores jogadores brasileiros em ação. Não concordo que uma seleção formada só com atletas que atuam no país seja o suficiente para ganhar uma Copa do Mundo. Logo, sei que o nível do Brasileirão não é uma maravilha.

Não posso, no entanto, deixar de reconhecer como foi bacana esse Brasileirão-2008. Muito disputado, com alternância de líderes e definição na última rodada não só do título, mas também de duas vagas para a Libertadores e dois times que serão rebaixados. Foram boas também a presença de público e a força dos artilheiros. Me lembro de reclamar nos últimos anos da ausência de grandes centroavantes nos clubes brasileiros. Jogadores como Kléber Pereira, Keirrison, Washington e Alex Mineiro, que fizeram 80 gols até agora, deram ao torcedor aquela sensação de boa de que os gols podem sair a qualquer momento, mesmo que os times não estivessem bem.

As arbitragens poderiam ter sido melhores e o STJD ficou bem abaixo das minhas expectativas. Como o tribunal tornou-se protagonista da competição nos últimos anos, os seus erros incomodaram. Dentre eles, estiveram a revisão por imagens de lances já decididos pelos árbitros, suspensões brandas em casos graves e concessões de efeitos suspensivos, recursos e revisões de penas com prazos e critérios inexplicáveis.

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