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26/11/2009 - 17:35

HISTÓRIAS DAS COPAS 168

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Já com os apelidos de “Laranja Mecânica” e “Carrossel”, a Holanda entrou no grupo 1 da 2ª fase da Copa de 74, que também tinha Brasil, Alemanha Oriental e Argentina. A seleção contou com o talento de Rivellino para vencer os alemães por 1×0 e os argentinos por 2×1. Como os holandeses também venceram as duas partidas, o confronto Brasil x Holanda no estádio Westfallen, em Dortmund, no dia 3 de junho, valeria vaga na decisão do Mundial. Na outra chave, a Alemanha Ocidental superou Suécia e Iugoslávia e foi para a final ao derrotar a Polônia por 1×0, gol de Gerd Mueller.

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23/11/2009 - 20:40

HISTÓRIAS DAS COPAS 165

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Pressionado pela necessidade de vitória para seguir na Copa de 74 contra o frágil Zaire, que já tinha levado 11 gols em 2 partidas, o técnico Zagallo mudou de novo a seleção com Carpegiani e Edu nos lugares de Paulo César Caju e Mirandinha. Com gols de Jarizinho, Rivellino e Valdomiro, o Brasil venceu por 3×0 e garantiu a segunda posição no grupo 2, atrás da Iugoslávia, que superou a equipe brasileira no saldo de gols.

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22/11/2009 - 17:40

HISTÓRIAS DAS COPAS 164

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O Brasil teve um começo difícil na Copa do Mundo, de 74, na Alemanha Ocidental. O técnico Zagallo escalou Leão, Nelinho, Luiz Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Piazza, Rivellino e Paulo César Caju; Valdomiro, Jairzinho e Leivinha para o empate por 0x0 contra a Iugoslávia, em Frankfurt. Cinco dias depois, com Mirandinha no lugar de Valdomiro, a seleção empatou de novo e não conseguiu marcar: 0x0 com a Escócia.

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20/11/2009 - 17:33

HISTÓRIAS DAS COPAS 162

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As Alemanhas Ocidental e Oriental se classificaram no grupo 1 da Copa de 74, com os orientais em primeiro lugar. Na chave 2 da primeira fase, o Brasil avançou, mas ficou atrás da Iugoslávia. A Holanda dominou o grupo 3, que teve ainda a Suécia classificada entre os oito melhores. E, finalmente, no grupo 4, a Itália, vice-campeã em 70, foi eliminada pela Polônia, que ganhou a chave, e pela Argentina, que avançou por ter um gols a mais de saldo do que os italianos.

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18/11/2009 - 18:32

HISTÓRIAS DAS COPAS 160

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A Copa do Mundo de 74 marcou uma mudança no formato de disputa da competição. O torneio, organizado na Alemanha Ocidental, teria as mesmas 16 seleções das edições anteriores e a mesma divisão de quatro grupos com quatro equipes. Já na fase final, os confrontos eliminatórios foram substituídos por duas novas chaves, que indicariam as finalistas e os times que disputariam o terceiro lugar. Com o novo sistema de disputa, a Escócia terminou o Mundial com a única equipe que não perdeu: com uma vitória e dois empates, a equipe foi eliminada por um gol de diferença no saldo em relação ao Brasil.

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17/11/2009 - 14:24

QUASE NADA…

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Michel Bastos na lateral-esquerda, Thiago Silva na zaga, Hulk no ataque…

Foi uma pena, mas os amistosos contra Inglaterra e Omã quase não serviram para avaliação de jogadores que podem entrar na lista de convocados para a Copa do Mundo.

Essa era a ideia do técnico Dunga. Mas a fragilidade dos adversários, em função dos desfalques ingleses e de Omã ser só Omã, fizeram com que os jogos fossem apenas mornos.

O interessante foi ver que o Brasil de Dunga leva todo jogo a sério e mantém um aproveitamento incrível.

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17/11/2009 - 13:13

HISTÓRIAS DAS COPAS 159

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Com a conquista definitiva da taça Jules Rimet por causa do tricampeonato do Brasil no México, em 70, a Fifa preparou um novo troféu para entregar aos campeões a partir da Copa de 74, na Alemanha Ocidental. O escultor italiano Silvio Gazzaniga foi o responsável pelo projeto que criou uma estátua de 36 cm e quase 5 kg de ouro maciço que representa esforço, harmonia, paz e dinamismo. Nela, uma figura humana torcida em espiral carrega o globo terrestre. Para ficar com a taça para sempre, uma seleção precisa conquistar o mundial três vezes seguidas ou cinco vezes, ainda que não obtenha títulos seguidos.

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13/11/2009 - 16:13

HISTÓRIAS DAS COPAS 155

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Mais de 100 mil pessoas lotaram o estádio Azteca, na Cidade do México, para a definição de quem ficaria em definitivo com a taça Jules Rimet. A final entre os bicampeões Brasil e Itália faria o mundo conhecer o primeiro tri da história das Copas. Pelé abriu o placar para a seleção brasileira, mas Boninsegna empatou para os italianos ainda no primeiro tempo. Superior fisicamente, o Brasil ampliou o placar no segundo tempo e venceu por 4×1, com gols de Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto, num golaço depois de linha de passe do Brasil. O título consagrou Pelé, o único jogador com três títulos mundiais, e Jairzinho, artilheiro do Brasil com gols marcados em todas as partidas do torneio.

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12/11/2009 - 12:01

HISTÓRIAS DAS COPAS 154

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Tostão viveu um drama para jogar a Copa de 70, no México. O craque do Cruzeiro sofreu descolamento de retina no olho esquerdo e teve que ser operado nos EUA em setembro de 69. A partir daí, virou dúvida para o Mundial. Quando estava recuperado, o problema passou a ser um dilema tático do técnico Zagallo, que achava que Tostão e Pelé não poderiam jogar juntos. Finalmente convencido, o treinador escalou os dois nas seis partidas da campanha vitoriosa do Brasil.

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10/11/2009 - 18:33

HISTÓRIAS DAS COPAS 152

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A eliminação na Copa de 66 para a Coreia do Norte mudou o futebol da Itália com o fechamento do mercado para estrangeiros para fortalecer a seleção. Depois do título europeu de 68, os italianos superaram o mal-estar que acometeu vários jogadores para chegar às semifinais. Contra a Alemanha Ocidental, os italianos venciam até o último minuto, quando viram Schnellinger empatar. Na prorrogação, uma batalha que entrou para a história com cinco gols, Beckenbauer jogando com uma clavícula deslocada e a vitória da Itália por 3×2, com 4×3 no placar geral. O desgaste do jogo atrapalhou a Itália no segundo tempo da decisão contra o Brasil.

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