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11/07/2009 - 17:54

HISTÓRIAS DAS COPAS 30

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A sombra da Segunda Guerra Mundial atingiu em cheio a Copa do Mundo de 38, na França. Em meio à Guerra Civil, a Espanha ficou fora das eliminatórias. Os europeus foram maioria e Cuba e das Índias Holandesas, atual Indonésia, apareceram como grandes novidades. Argentina e Uruguai preferiram não ir ao Mundial e o Brasil foi o único representante sul-americano. Anexada pela Alemanha nazista, a Áustria protagonizou o primeiro WO da história das copas. A Inglaterra chegou a ser convidada para a vaga, mas não aceitou.

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01/07/2009 - 16:26

HISTÓRIAS DAS COPAS 20

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Com 16 equipes classificadas, a Copa do Mundo de 1934, na Itália, teve sistema de disputa diferente da edição anterior. Em vez de chaves, as seleções foram agrupadas em oito jogos eliminatórios disputados todos no mesmo dia. Nas quartas de final, Itália e Espanha empataram por 1×1 no tempo normal e na prorrogação. A decisão da vaga nas semifinais foi decidida em jogo-desempate, disputado no dia seguinte e vencido pelos italianos por 1×0. Além da Itália, Áustria, Alemanha e Tchecoslováquia alcançaram as semifinais.

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30/06/2009 - 17:20

O MELHOR DO MUNDO EM JUNHO

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Recebi ontem no Magazine Bandsports o meia Renato, do Sevilla, campeão da Copa das Confederações pela seleção em 2005. O ex-jogador do Santos e do Guarani falou com orgulho e carinho de Luis Fabiano, companheiro de time na Espanha. “Quando ele está bem, o time fica bem.”

A temporada espanhola não foi das melhores para o artilheiro. Uma lesão aqui, outra ali. Oito gols marcados no Campeonato Espanhol, o mesmo desempenho do meio-campista Renato. Quase o mesmo tanto que ele conseguiu fazer em cinco jogos da Copa das Confederações pela seleção. E mais um nesse período com a seleção na partida contra o Uruguai pelas eliminatórias, em Montevidéu.

Renato também contou que conversa sempre com o atacante para que ele mantenha a calma e não reclame com a arbitragem. Mais experiente, Luis Fabiano parece mesmo ter deixado no passado o comportamento explosivo que o atrapalhou em alguns momentos da carreira.

Em um mês sem as principais ligas européias e com muitos dos grandes jogadores do planeta em férias, Luis Fabiano foi o melhor do mundo em junho.

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30/06/2009 - 16:04

HISTÓRIAS DAS COPAS 19

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A participação brasileira na Copa do Mundo de 1934, na Itália, durou apenas uma partida. No dia 27 de maio, no estádio Marassi, em Gênova, a seleção perdeu para a Espanha por 3×1 e foi eliminada. O único gol brasileiro foi marcado por Leônidas da Silva, que ainda se tornaria um dos grandes nomes da história do futebol brasileiro e das Copas. Outras figuras importantes do esporte do país estiveram no time de 34: o atacante Waldemar de Britto, que descobriria Pelé nos anos 50 e o goleiro Roberto Gomes Pedrosa, que se destacaria como dirigente nas décadas seguintes.

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21/06/2009 - 23:52

MÁXIMAS SOBRE A SELEÇÃO

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No período entre a Copa das Confederações de 2005 e a Copa do Mundo de 2006, desprezei todos os comentários de gente preocupada com o fato de o Brasil se aproximar do mundial com a equipe recebendo elogios.

O papo era conhecido. A seleção decepciona toda vez que vai a uma Copa sob aplausos. Os títulos sempre chegam quando o time está debaixo de críticas.

Esperei pelo melhor e vi o pior na Alemanha. E agora?

Não imagino que o time de Dunga vá tropeçar na África do Sul, nesta quinta, pela fase semifinal da Copa das Confederações. A provável final contra a Espanha e o duelo de setembro contra a Argentina pelas eliminatórias podem ser o caminho para a seleção chegar à África do Sul badalada, daquele jeito que preocupa…

Não tenho pretensão de usar a seleção para provar teses. Não me importo se Dunga mantiver o ótimo aproveitamento, apesar de não concordar com o trabalho dele. É fato. Não dá para mexer no comando técnico agora. Também confesso que não vou ficar chateado se o Brasil, pela primeira vez, chegar como o grande favorito ao mundial e levantar a taça.

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13/06/2009 - 11:27

HISTÓRIAS DAS COPAS 2

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A Federação Internacional de Futebol foi fundada nos fundos da União Francesa de Esportes, no número 229 da rua Saint Honoré, em Paris, na França, no dia 21 de maio de 1904. Além dos franceses, também assinaram a ata de fundação da entidade associações da Bélgica, da Dinamarca, da Holanda, da Espanha, da Suécia e da Suíça. Os ingleses já tinham associação própria e até mesmo a International Board, para zelar pelas regras do jogo, e só aderiram à Fifa mais tarde. Outros países receberam convites formais para entrar na nova organização do futebol mundial. O francês Robert Guerin foi eleito o primeiro presidente.

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18/05/2009 - 22:04

"NÃO ESTARIA AQUI SE NÃO TIVESSE CARTA BRANCA", DIZ MONCHO

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Aos 64 anos de idade, 45 dedicados ao basquete, o espanhol Moncho Monsalve parece à vontade no comando da selação brasileira masculina. Nascido no país basco, ao norte da Espanha, Moncho começou no esporte como atleta de arremesso de peso. Adora ciclismo e ter formação de técnico de futebol.

Mas foi no basquete que ele encontrou o caminho que o levaria à seleção espanhola. Uma grave lesão no joelho esquerdo transformou o jogador em treinador. Um pouco antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, ele desembarcou no Brasil para tentar dar à seleção o sentido coletivo de jogo que pode tornar o time competitivo.

O treinador esteve nesta segunda no Magazine Bandsports. Depois de muitas lesões e problemas para liberar jogadores da NBA, Moncho mira no Mundial de 2010, na Turquia, competição que encerra o trabalho dele na seleção. O técnico quer colocar o Brasil entre os “seis ou oito melhores times do mundo”.

A mudança de comando na CBB, com a chegada de Carlos Nunes à presidência, não preocupa Moncho. “Não estaria aqui se não tivesse carta branca”, garante. O espanhol vê no investimento nas categorias de base o futuro do basquete brasileiro, sugere o assistente José Neto como sucessor e revela ter escolhido dois capitães, que estarão com ele em qualquer ocasião na seleção brasileira: Marcelinho Machado e Alex Garcia.

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12/12/2008 - 17:57

ESPANHA!

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Um título europeu e dois finalistas ao prêmio de melhor do mundo da Fifa! O ano de 2008 vai ficar marcado no futebol espanhol. É verdade que houve uma ajudinha brasileira, com o grande Marcos Senna, na conquista da Eurocopa, mas a profusão de atletas do país nas listas de melhores da temporada deixa claro que a geração é especial.

Dos agora cinco indicados à honraria (eram três até o ano passado), dois são da Espanha: os ótimos Xavi, do Barcelona, e Fernando Torres, do Liverpool. Vai dar Cristiano Ronaldo, que dominou os prêmios dados até agora pelo excelente primeiro semestre que fez. Mesmo atrapalhado por lesão e pela instabilidade do Milan, Kaká representa o Brasil.

Já Messi começa a se preparar para ser o melhor do ano que vem. Além do argentino estar cada vez melhor, o Barcelona encaixou de maneira incrível sob o comando de Guardiola. O único problema pode ser a concorrência de Henry e Eto’o dentro do próprio time.

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