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16/11/2009 - 19:21

HISTÓRIAS DAS COPAS 158

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Com o país dividido pela Guerra Fria entre o lado capitalista que apoiava os EUA e os comunistas que estavam ao lado da União Soviética, a Alemanha recebem a Copa do Mundo apenas na parte Ocidental. Nove cidades foram escolhidas para receber os jogos: Berlim Ocidental, Hamburgo, Frankfurt, Dortmund, Gelsenkirchen, Dusseldorf, Hannover, Sttutgart e Munique, que foi palco da decisão. Aliás, foi a primeira vez na história que a final não disputada na capital do país, que era a pequena Bonn, na Alemanha Ocidental.

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18/10/2009 - 16:51

HISTÓRIAS DAS COPAS 129

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Alf Ramsey era defensor da seleção inglesa e participou da vergonhosa derrota para os EUA na primeira Copa disputada pelos ingleses, em 1950. Já como treinador, assumiu a Inglaterra em 63 com o objetivo de modernizar o futebol inglês. Centralizou as convocações, deu preferências a jogadores trabalhadores e obedientes e mudou o esquema 4-2-4 para o 4-4-2. Depois de classificar o time no grupo 1 da Copa de 66 contra Uruguai, México e França, Ramsey comandou o English Team em vitórias sobre a Argentina nas quartas de final, Portugal na semifinal e a Alemanha Ocidental na decisão.

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11/10/2009 - 21:13

UM POUCO DE CADA COISA

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Altitude, falta de entrosamento, nervosismo, desatenção em lances isolados de bola parada e até mesmo o mérito dos bolivianos.

Junto uma porção de cada um dos ingredientes acima e você vai entender a derrota do Brasil para a Bolívia por 2×1 pela penúltima rodada das eliminatórias.

Deve ser difícil mostrar serviço quase quatro mil metros acima do nível do mar, mas era de se esperar mais de jogadores que precisavam mostrar serviço como Miranda, André Santos e principalmente os meias Diego Souza e Alex.

Entre os atacantes, Nilmar foi destaque, Adriano foi atrapalhado por contusão e Diego Tardelli não decepcionou.

O aproveitamento de Daniel Alves no meio foi apenas regular, mas a avaliação não compromete a participação do jogador no grupo, já que ele é o reserva para a lateral-direita e pode atuar também pelo lado esquerdo.

MAIS DA METADE – Já temos mais da metade da Copa definida com 19 seleções classificadas. Além da África do Sul, dona da casa, o continente africano já tem Gana e Costa do Marfim no Mundial. Da América do Sul, avançaram Brasil, Paraguai e Chile.

Os asiáticos garantidos são Japão, Austrália, Coreia do Sul e Coreia do Norte. Da região da Concacaf, conquistaram vagas os EUA e o México. E da Europa, já avançaram Itália, Alemanha, Sérvia, Dinamarca, Inglaterra, Espanha e Holanda.

Restam 13 vagas: três da África, uma da Concacaf, uma da América do Sul, seis da Europa (duas diretas e quatro na repescagem), uma da repescagem Ásia / Oceania e uma da repescagem América do Sul / Concacaf.

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11/08/2009 - 13:24

HISTÓRIAS DAS COPAS 61

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Depois de Almeida Rego na Copa de 30, no Uruguai, o Brasil passou dois mundiais sem representantes no apito. Na Copa do Mundo de 1950, disputada no Brasil, foram três árbitros do país. Mário Vianna comandou Espanha 3×1 EUA.  Alberto Malcher apitou Chile 5×2 EUA e Espanha 2×0 Chile, também pelo grupo 2. E Mário Gardelli foi um dos assistentes de Inglaterra 2×0 Chile.

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04/08/2009 - 15:47

HISTÓRIAS DAS COPAS 54

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A primeira Copa do Mundo da Inglaterra foi marcada por um dos grandes vexames da história dos mundiais. Depois de vencer o Chile na estreia por 2×0, o English Team, que tinha Alf Ramsey e Stanley Matthews à disposição, entrou como favorito no estádio Independência, em Belo Horizonte, para o duelo contra os EUA. No entanto, os cerca de 10 mil pessoas que estavam nas arquibancadas viram Gaetjens marcar ainda no 1º tempo o único gol do jogo para os norte-americanos. O jogo ganhou repercussão mundial e virou livro e filme com o título ‘Duelo de Campeões’.

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29/07/2009 - 15:24

HISTÓRIAS DAS COPAS 48

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A Copa do Mundo de 50, no Brasil, teve 13 seleções participantes e uma estranha divisão de chaves que substitui o sistema eliminatório das edições anteriores. No grupo 1, o Brasil superou México, Iugoslávia e Suíça. A Espanha eliminou Inglaterra, Chile e EUA na chave 2. A Suécia teve de passar por Itália e Paraguai no grupo 3. E o Uruguai fez apenas um jogo contra a Bolívia para avançar na chave 4. Os campeões de grupos se classificaram para a fase decisiva com jogos entre todas as equipes.

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20/07/2009 - 18:45

A VOLTA DOS CRAQUES E O ÍNDICE BIG MAC

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Reproduzo com prazer o texto do especialista em marketing esportivo Ivan Rizzo, amigo que já pode ser considerado um colaborador deste blog. É sempre interessante entender um pouco de como a economia pode mexer com os nossos times.

Este ano ficamos felizes e surpresos com a volta de diversos craques ao futebol brasileiro. Adriano, Fred e Ronaldo encabeçam a lista que tende a engrossar.

Proximidade com a Copa da África ou saudades do feijão, as razões apontadas são diversas. Mas cabe um comentário do contexto econômico em que os jogadores se encaixam.

Criado pela revista americana ‘The Economist’, o índice ‘Big Mac’ utiliza-se do princípio da paridade do poder de compra. Como o famoso sanduíche é o mesmo ao redor do mundo, utilizando a mesma quantidade de matéria-prima, recursos humanos, energia, etc é considerado o melhor exemplo de comparação de preços em mercados diferentes.

Na última edição do índice, o Brasil ficou à frente dos EUA, com o sanduíche custando quarenta e cinco centavos de dólar a menos que o país inventor do sanduíche. Já na zona do euro, onde estão os principais mercados da bola, o mesmo sanduíche custa US$ 4,62.

Resumindo o economês: se os brazucas conseguem uma proposta salarial em reais equivalente ao que receberiam lá fora em euro, é financeiramente melhor vir para o Brasil. Claro que a análise não leva em conta fatores extra-campo que os jogadores sempre argumentam, como a violência urbana, o desejo de jogar nos principais clubes do mundo, mas é mais um bom exemplo que, com planejamento e gestão adequados, os clubes tem plenas condições de manter equipes competitivas e atraentes.

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28/06/2009 - 17:38

COMPETITIVO COMO NUNCA

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Ponto para o comando da CBF. Quando o Brasil perdeu para a França nas quartas de final da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, todos sentiram que faltaram vibração e disciplina para empurrar aquele timaço ao título.

A percepção foi decisiva para a escolha de Dunga, mesmo sem experiência, para a fuñção de treinador em substituição a Carlos Alberto Parreira. De lá para cá, a seleção pode não ter sido brilhante, mas foi competitiva como nunca.

Depois de levar a equipe à conquista da Copa América com vitória sobre a Argentina na final, o técnico agora comemora a Copa das Confederações com uma virada espetacular contra os EUA por 3×2.

Apesar dos dois gols norte-americanos no 1o tempo, cheios de méritos dos atacantes, o Brasil teve postura ofensiva e criou algumas chances, apesar do desempenho abaixo do esperado de Kaká e Robinho, jogadores decisivos para a seleção.

Sem opções no banco para criação de jogadas como Ronaldinho Gaúcho, ainda sob desconfiança no Milan, ou Alex, esquecido na Rússia depois de sair do Inter, Dunga recorreu a Daniel Alves e Elano.

Mais do que as mudanças, fizeram diferença o talento e a manutenção da postura ofensiva, além do maior acerto do treinador à frente da equipe: Luis Fabiano.

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24/06/2009 - 22:28

HISTÓRIAS DAS COPAS 13

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A Argentina deixou para trás Chile, França e México ao vencer o grupo 1 da Copa do Mundo de 30, on Uruguai. A Iugoslávia alcançou as semifinais ao eliminar Brasil e Bolívia. Os uruguaios, donos da casa, superaram Romênia e Peru. E o time dos EUA ganhou a chave 4, que também tinha Paraguai e Bélgica. Nas semifinais, a Argentina fez 6×1 nos EUA, com show no segundo tempo e dois gols de Stábile. Curiosamente, a outra semifinal terminou com o mesmo placar: 6×1 para o Uruguai contra a Iugoslávia com três gols de Pedro Cea.

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18/06/2009 - 13:32

SELEÇÃO DESTRA

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A boa vitória sobre os EUA por 3×0 confirmou que a direita é o lado forte da seleção brasileira. Por ali, Maicon arrebentou no retorno ao time e foi escolhido o melhor em campo pela Fifa na África do Sul. E olha que Daniel Alves esteve muito bem nos jogos das eliminatórias contra Uruguai e Paraguai e diante do Egito já pela Copa das Confederações.

Enquanto isso, na esquerda, o técnico Dunga ainda procura por um dono para a posição. A vontade de mostrar serviço e a personalidade de Maicon atrapalharam o teste de André Santos, que não conseguiu subir muito ao ataque no rígido esquema 4-4-2 do treinador.

Kaká parece mesmo ter assumido o papel de líder do time. Está jogando muito bem, ligado em todas as jogadas. E Ramires aproveitou muito bem a chance que teve, arrancou de forma brilhante no lance do segundo gol, marcado por Robinho, e já merece ser titular no lugar de Elano. 

E tem uns papos que grudam como chiclete. Quantas vezes você já ouviu que os EUA dão trabalho para o Brasil? Veja que curioso. A seleção só tem uma derrota para os norte-americanos, de acordo com estatísticas da CBF. Foi em 98, na Copa Ouro da Concacaf, por 1×0. A vitória desta quinta foi a 11ª e não há empates nos confrontos, segundo a entidade. E quase todos os jogos computados foram disputados nos últimos 20 anos.

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