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21/07/2009 - 17:08

HISTÓRIAS DAS COPAS 40

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Depois de ficar fora do time do Brasil na derrota para a Itália na semifinal por causa de um problema físico, o craque Leônidas da Silva voltou ao time na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo de 38, na França. Ainda abalada por não ter chegado à decisão, a seleção começou perdendo para a Suécia por 2×0, diminuiu o placar só aos 44 minutos do 1º tempo, mas conseguiu virar o jogo para 4×2, com dois gols de Leônidas, e garantiu a terceira posição no mundial.

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19/07/2009 - 17:37

HISTÓRIAS DAS COPAS 38

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O Brasil fez um dos grandes jogos da história das Copas logo na estreia do Mundial de 38, na França. Os poucos mais de 13 mil torcedores que estavam no estádio La Meinau, em Estrasburgo, viram a seleção abrir 3×1 contra a Polônia no primeiro tempo. Os brasileiros ficaram à frente no placar até o último minuto do jogo, quando Wilimowski marcou 4×4 no placar. Na prorrogação, mais três gols, dois de Leônidas, garantiram vitória do Brasil
por 6×5 e classificação para as quartas de final.

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18/07/2009 - 17:25

HISTÓRIAS DAS COPAS 37

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Resolvidos os conflitos regionais, a seleção finalmente teve jogadores de fora do Rio de Janeiro na Copa de 38, na França, mas só clubes paulistas cederam atletas. Foram cinco: Argemiro, da Portuguesa Santista, Brandão, Jaú e Lopes do Corinthians e Luisinho, do Palestra Itália. A equipe tinha ainda alguns grandes craques do futebol brasileiro: o zagueiro Domingos da Guia e o atacante Leônidas da Silva, que atuavam no Flamengo, e o também atacante Romeu Pellicciari, que era do Fluminense.

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15/07/2009 - 16:29

HISTÓRIAS DAS COPAS 34

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Seis décadas separaram duas semifinais de copas do mundo disputadas no estádio Velodrome, na cidade de Marselha, no sul da França. Em 1938, foram duas partidas no Mundial, uma delas a derrota para Itália por 2×1 que tirou o Brasil da final. Em 98, foram cinco jogos, entre eles a vitória sobre a Holanda nos pênaltis que garantiu o Brasil na decisão contra a França. Construído em 37, o Velodrome era usado para atletismo, ciclismo e futebol. Hoje, é a casa da fanática torcida do Olympique de Marselha, a maior da França.

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14/07/2009 - 17:29

HISTÓRIAS DAS COPAS 33

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Onze estádios em dez cidades foram escolhidos para a Copa do Mundo de 38, na França. Apenas o estádio Gerland, em Lyon, não teve jogos por causa da desistência dos austríacos. O palco mais importante do mundial era o estádio Olímpico de Colombes, nos arredores de Paris, construído em 1907 e usado nos Jogos Olímpicos de 1924, na capital francesa. Com capacidade para 60 mil torcedores, o estádio recebeu a final entre Itália e Hungria e as partidas da França na 1ª fase e nas quartas de final. Hoje, com capacidade menor e chamado de Yves Du Manoir, homenagem a um atleta e aviador, o local é usado para jogos de futebol e rúgbi.

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11/07/2009 - 17:54

HISTÓRIAS DAS COPAS 30

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A sombra da Segunda Guerra Mundial atingiu em cheio a Copa do Mundo de 38, na França. Em meio à Guerra Civil, a Espanha ficou fora das eliminatórias. Os europeus foram maioria e Cuba e das Índias Holandesas, atual Indonésia, apareceram como grandes novidades. Argentina e Uruguai preferiram não ir ao Mundial e o Brasil foi o único representante sul-americano. Anexada pela Alemanha nazista, a Áustria protagonizou o primeiro WO da história das copas. A Inglaterra chegou a ser convidada para a vaga, mas não aceitou.

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10/07/2009 - 13:41

HISTÓRIAS DAS COPAS 29

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A escolha da França, primeira sede da Fifa, para o Mundial de 38 não foi uma surpresa já que franceses como Jules Rimet, Robert Guerin e Henri Delauney eram importantes dirigentes do futebol internacional. A tensão mundial que levaria vários países à Segunda Guerra no ano seguinte fez com que o aumento no número de inscritos fosse pequeno em relação a 34: apenas cinco a mais, 37 no total. Com a mesma fórmula de disputa do mundial anterior, a Fifa estabeleceu 16 vagas na 1ª fase da Copa. Pela primeira vez, foram asseguradas vagas ao campeão, a Itália, e à dona da casa, a França.

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09/07/2009 - 16:49

HISTÓRIAS DAS COPAS 28

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Natural da cidade italiana de Turim, Vittorio Pozzo foi um apaixonado pelo futebol. Jogou entre 1905 e 1911 no Grasshoppers, da Suíça, e no Torino. Foi treinador e diretor técnico do mesmo clube italiano e ainda escreveu sobre o assunto. Comandou a seleção em 1912 e 1924, mas foi em 29, quando ele assumiu a equipe novamente, que a história de Pozzo e da Squadra Azzurra começou a mudar. Em 34, jogando em casa, a Itália chegou ao título em um mundial com forte componente político, graças à pressão do ditador fascista Benito Mussolini. Pozzo e o time do craque Giuseppe Meazza ainda ganharam o ouro olímpico em Berlim-1936 e o bicampeonato mundial na França, em 38. “Il Vecchio Maestro” foi técnico da Itália até 1948 e faleceu 20 anos depois.

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07/07/2009 - 15:41

HISTÓRIAS DAS COPAS 26

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Matthias Sindelar, considerado o maior esportista austríaco do século 20, que disputara a Copa da Itália em 34 pela Áustria, se recusou a defender a Alemanha de Hitler quatro anos depois na França. A anexação do país pelos nazistas não foi aceita pelo “Homem Papel” que era tcheco de nascimento. No início de 1939, ano em que explodia a Segunda Guerra Mundial, Sindelar foi encontrado morto com a namorada, Camilla Castagnola, no apartamento dele em Viena. O veredicto oficial concluiu que as mortes foram acidentais: ambos teriam se asfixado por monóxido de carbono enquanto dormiam. O “Mozart do Futebol”, outro apelido de Sindelar, foi enterrado no mesmo cemitério onde estão os túmulos de Beethoven, Schubert e Strauss.

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03/07/2009 - 17:47

HISTÓRIAS DAS COPAS 22

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A Áustria chegou à Copa do Mundo de 1934, na Itália, como uma das favoritas ao título. O time comandado por Hugo Meisl era reconhecido pelo jogo de passes curtos, introduzido na Europa Central pelo inglês Jimmy Hogan. Apesar da fragilidade física, Matthias Sindelar era o astro da equipe que derrotou a Itália por 4×2 quatro meses antes do Mundial. Depois de passar pela França na 1ª fase, os austríacos tiveram uma batalha desgastante contra a Hungria nas quartas de final. Na semifinal contra os donos da casa, o gramado pesado por causa da chuva forte no estádio San Siro, em Milão, inibiu o toque de bola e a técnica da Áustria, que perdeu para a Itália por 1×0.

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