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01/11/2009 - 14:45

HISTÓRIAS DAS COPAS 143

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O estádio Azteca foi construído para abrigar 115 mil torcedores na Cidade do México para os Jogos Olímpicos de 1968 e a Copa do Mundo de 70. O campo foi posicionado para que a trajetória do sol não incomodasse nenhuma das equipes. Antes que as obras pudessem ser iniciadas, foram retirados enormes depósitos de rocha vulcânica que restavam da erupção de um antigo vulcão no local. Usado também no Mundial de 86, o estádio foi o único palco de duas finais de Copa, além de ter coroado gênios do futebol como Pelé e Maradona. O Azteca é casa da seleção mexicana e do América.

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02/10/2009 - 16:59

FUTURO MELHOR PARA O ESPORTE BRASILEIRO

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Nos últimos dias, você foi bombardeado com informações sobre o que os Jogos Olímpicos podem movimentar e a importância do evento para uma cidade.

A partir de hoje, moradores do Rio sonham com vizinhanças mais seguras, com congestionamentos menores, com metrô melhor, com corredores de ônibus eficientes. Até mesmo com a Baía da Guanabara despoluída.

E o turismo deve crescer muito graças à Copa do Mundo em 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016, com expectativa de aumento expressivo no número de visitantes que o país vai receber.

Mais empregos e mais dinheiro por aqui. Tem também aquela importante preocupação com o uso dos recursos, que serão quase todos públicos no projeto para o Brasil receber a primeira olimpíada na América do Sul.

A maior conquista, no entanto, já está sendo celebrada por atletas e treinadores de muitas modalidades. Junto com Jogos, vão chegar ao Brasil investimentos do Comitê Olímpico Internacional para desenvolvimento do esporte por aqui.

Conversei hoje com Hortência (basquete), Jade Barbosa (ginástica), Leandro Guilheiro (judô), Tiago Camilo (judô), Hugo Hoyama (tênis de mesa) e Giovane Gávio (vôlei). Todos apostam no crescimento acelerado do esporte brasileiro graças aos Jogos Olímpicos de 2016.

É bem provável que os resultados já sejam observados em Londres-2012. Aí passamos quatro anos muito mais ligados em resultados de mundiais e outras competições importantes de muitas modalidades, interesse que vai ter consequências positivas na busca por patrocínios e investimentos para atletas brasileiros.

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13/08/2009 - 18:39

HISTÓRIAS DAS COPAS 63

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A Suíça foi escolhida como sede da quinta edição dos mundiais de futebol da FIFA ainda em 1946. No total, 45 seleções fizeram inscrições nas eliminatórias para a Copa de 54, mas 10 delas sequer entraram em campo. Depois de um desempenho decepcionante nos Jogos Olímpicos de 52, a União Soviética resolveu não participar. Alemanha Ocidental e Japão voltaram a ser membros da Fifa e conseguiram vagas na Europa e na Ásia. Na América do Sul, a Argentina recusou convite novamente e os campeões uruguaios estavam classificados automaticamente.

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14/07/2009 - 17:29

HISTÓRIAS DAS COPAS 33

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Onze estádios em dez cidades foram escolhidos para a Copa do Mundo de 38, na França. Apenas o estádio Gerland, em Lyon, não teve jogos por causa da desistência dos austríacos. O palco mais importante do mundial era o estádio Olímpico de Colombes, nos arredores de Paris, construído em 1907 e usado nos Jogos Olímpicos de 1924, na capital francesa. Com capacidade para 60 mil torcedores, o estádio recebeu a final entre Itália e Hungria e as partidas da França na 1ª fase e nas quartas de final. Hoje, com capacidade menor e chamado de Yves Du Manoir, homenagem a um atleta e aviador, o local é usado para jogos de futebol e rúgbi.

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14/06/2009 - 11:30

HISTÓRIAS DAS COPAS 3

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A participação inglesa na Fifa se consolidou a partir de 1906, quando Daniel Burley Woolfall, então presidente da Federação Inglesa de Futebol, assumiu o comando da entidade. Doze anos depois, em meio à Primeira Guerra Mundial, assumiu o francês Jules Rimet, que ampliou a presença do futebol em todo o planeta com o aumento de 20 para 85 países afiliados em mais de três décadas de mandato. Rimet idealizou a Copa do Mundo baseado no sucesso do torneio disputado nas edições dos Jogos Olímpicos.

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23/03/2009 - 21:48

MESTRE DOS SALTOS

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Hoje tive o prazer de conversar com o técnico Nélio Moura, que viu dois de seus atletas faturarem ouro no salto em distância nos Jogos Olímpicos de Pequim. Na visita ao Magazine Bandsports, o treinador lembrou com emoção das conquistas da brasileira Maurren Maggi e do panamenho Irving Saladino.

Nélio ainda foi otimista com relação à evolução de outra brasileira, Keila Costa, que tem resultados expressivos no salto triplo mas, devido a pequenas lesões acumuladas ao longo da carreira, tem se dedicado mais ao salto em distância.

Sobre o uso do vídeo para cálculo dos saltos horizontais, aprovado pela IAAF (Federação Internacional de Atletismo), ele destacou que o recurso vai apenas acelerar o divulgação dos resultados. Portanto, não teremos mais aquele suspense sensacional entre o salto da russa Tatiana Lebedeva e a confirmação de que ela havia terminado 1cm atrás de Maurren na China. A precisão não mudará, pois já era garantida pelos teodolitos, tecnologia usada atualmente.

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16/03/2009 - 18:29

SIM À TECNOLOGIA!

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As regras estabelecidas pela Federação Internacional de Natação para os novos maiôs, que foram a sensação em 2008 com grande número de recordes mundiais quebrados e a modalidade no centro dos Jogos Olímpicos de Pequim foram um “sim” à tecnologia.

Tinha gente que queria impedir o uso do equipamento, alegando que o custo torna o acesso restrito. Mas toda nova tecnologia é assim. Desde que as regras sejam claras para todos, o negócio é estimular federações e fabricantes de material esportivo para que um número cada vez maior de nadadores possa melhorar o desempenho como já fizeram velocistas com bloco de partida, pistas mais aderentes e sapatilhas, jogadores de futebol com chuteiras mais leves e confortáveis, tenistas com o olho eletrônico nas bolas próximas ou em cima da linha.

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23/02/2009 - 17:37

A FUGA

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Guillermo RingodeauxMais um grande atleta cubano abre mão da vida na ilha para virar um profissional. A notícia da fuga do bicampeão olímpico de boxe Guillermo Rigondeaux me pegou no meio do carnaval.  Logo me lembrei de uma conversa que tive há menos de um mês com o também pugilista cubano Erislandy Lara, que desertou com Rigondeaux durante o Pan do Rio, em 2007.

Lara vive hoje em Miami, onde treina diariamente para combates pelos quais já recebe um bom dinheiro. A grana, aliás, foi o motivo para os dois não ficassem no Brasil há um ano e meio. Não havia perspectiva de carreira por aqui e faltavam recursos para que eles chegassem à Europa e encontrassem empresários interessados no trabalho dos atletas.

O caminho de Lara e Rigondeaux foi o mesmo, a fuga pelo México. O primeiro a escapar diz manter contato eventual com a mãe e os filhos e justifica a saída de Cuba. “As coisas foram muito difíceis. Não podia seguir a carreira esportiva pois não seria bem visto.”

Sem emprego fixo, Lara não viu outra saída a não ser deixar a ilha caribenha. Campeão mundial amador da categoria meio-médio até 69 quilos em 2005, o boxeador admitiu ter arriscado a vida durante as 12 horas dentro de uma lancha, na viagem do litoral cubano até a costa mexicana. Antes de chegar aos Estados Unidos, o boxeador passou pela Alemanha, primeiro destino depois da fuga, em fevereiro do ano passado.

Erislandy Lara não pretende voltar a Cuba, mas planeja férias no Brasil assim que conseguir regularizar a sua documentação.

Em outras modalidades, o esporte cubano também tem perdido atletas importantes. Os resultados da delegação nos Jogos Olímpicos de Pequim já não foram tão bons quanto os de edições anteriores. Além da ausência de ídolos no país, jovens esportistas também passam a ver na fuga um caminho para o futuro. As consequências podem ser terríveis para o esporte cubano.

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