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01/11/2009 - 14:45

HISTÓRIAS DAS COPAS 143

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O estádio Azteca foi construído para abrigar 115 mil torcedores na Cidade do México para os Jogos Olímpicos de 1968 e a Copa do Mundo de 70. O campo foi posicionado para que a trajetória do sol não incomodasse nenhuma das equipes. Antes que as obras pudessem ser iniciadas, foram retirados enormes depósitos de rocha vulcânica que restavam da erupção de um antigo vulcão no local. Usado também no Mundial de 86, o estádio foi o único palco de duas finais de Copa, além de ter coroado gênios do futebol como Pelé e Maradona. O Azteca é casa da seleção mexicana e do América.

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01/08/2009 - 10:26

O MELHOR DO MUNDO EM JULHO

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O mês de julho já foi melhor de junho em termos de quantidade de jogos envolvendo os principais times e jogadores do mundo, mas amistosos e torneios de pré-temporada não costumam ser suficientes como parâmetros para definir quem está comendo a bola pelo mundo.

Por aqui, o Brasileirão mostrou alguns atletas inspirados como Diego Souza, do Palmeiras, Diego Tardelli, do Atlético-MG e da seleção, Kléber, do Cruzeiro, e Andrézinho, do Internacional.

Mas ninguém se comparou em julho a Juan Sebastián Verón. O meia argentino de 34 anos é um jogador que eu chamo de craque sem medo. Tem estilo próprio no jeito de bater na bola e organizar as jogadas. Parece lutar contra o tempo e a evolução do futebol ao cadenciar o jogo. Mas como questionar a capacidade de um armador e líder que levou o Estudiantes ao título da Libertadores?

Depois de fazer o time de coração voltar a ser campeão nacional, Verón foi decisivo na conquista da América e agora se prepara para conquistar de vez a confiança de Maradona e disputar a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Depois de ser um dos símbolos do fracasso argentino em 2002, ‘La Brujita’ pode ter mais uma chance de mudar o rumo da história.

Autor: - Categoria(s): Brasileirão, Copa 2010, Futebol europeu, Libertadores Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
29/10/2008 - 01:54

ÍDOLOS NO COMANDO

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Não existe fórmula para o sucesso de uma seleção nacional, mas muitas vezes os dirigentes recorrem a grande ídolos nacionais em momentos de aflição. É o que faz a Associação do Futebol Argentino (AFA) com a contratação de Diego Armando Maradona.

É desnecessário falar da paixão dos argentinos pelo craque e do que ele representa para o futebol no país. O importante é saber se Dieguito vai conseguir se controlar em vários sentidos. Como torcedor, ele costuma fazer críticas muito duras aos jogadores da equipe argentina, que podem estragar o ambiente de um grupo ou o clima com um atleta.

Outra coisa importante é saber conviver com palpites e discordâncias que vão aparecer durante o trabalho com um supervisor como Carlos Billardo, técnico campeão do mundo em 86, e com os ex-companheiros de seleção Sergio Batista, José Luis Brown e Pedro Troglio, que farão parte do novo corpo técnico.

Sâo todos amigos queridos, gente que Diego respeita muito. A diferença é que Maradona tinha uma capacidade incrível de tomar as decisões certas e resolver as partidas como craque dentro de campo. Vai ser mais difícil como treinador.

De modo geral, os brasileiros não têm boas lembranças do trabalho de Falcão no começo dos anos 90 e ainda desconfiam de Dunga no comando da seleção. Klinsmann foi além das expectativas à frente da Alemanha. Eu não aposto em Maradona, mas vou adorar vê-lo em ação novamente.

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