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15/11/2009 - 23:00

STJD NÃO APITA!

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O árbitro Leandro Vuaden pode até ter errado ao não expulsar Hugo e André Dias, do São Paulo, que tiveram forte desentendimento em campo durante o jogo contra o Vitória, no último sábado.

O que não pode é o Superior Tribunal de Justiça Desportiva achar que tem direito de rever as decisões da arbitragem pelas imagens. Se a CBF achar que Vuaden errou ao dar só o amarelo aos são-paulinos, o árbitro tem que ser punido.

O replay deve servir para o STJD punir atletas em lances que não tenham sido vistos durante os jogos. Mudar o que foi definido em campo é um absurdo.

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05/12/2008 - 18:36

MAIS UM BRASILEIRÃO

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Assim como milhões de brasileiros, eu gosto de acompanhar os principais campeonatos da Europa para ver, entre outras coisas, os melhores jogadores brasileiros em ação. Não concordo que uma seleção formada só com atletas que atuam no país seja o suficiente para ganhar uma Copa do Mundo. Logo, sei que o nível do Brasileirão não é uma maravilha.

Não posso, no entanto, deixar de reconhecer como foi bacana esse Brasileirão-2008. Muito disputado, com alternância de líderes e definição na última rodada não só do título, mas também de duas vagas para a Libertadores e dois times que serão rebaixados. Foram boas também a presença de público e a força dos artilheiros. Me lembro de reclamar nos últimos anos da ausência de grandes centroavantes nos clubes brasileiros. Jogadores como Kléber Pereira, Keirrison, Washington e Alex Mineiro, que fizeram 80 gols até agora, deram ao torcedor aquela sensação de boa de que os gols podem sair a qualquer momento, mesmo que os times não estivessem bem.

As arbitragens poderiam ter sido melhores e o STJD ficou bem abaixo das minhas expectativas. Como o tribunal tornou-se protagonista da competição nos últimos anos, os seus erros incomodaram. Dentre eles, estiveram a revisão por imagens de lances já decididos pelos árbitros, suspensões brandas em casos graves e concessões de efeitos suspensivos, recursos e revisões de penas com prazos e critérios inexplicáveis.

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20/10/2008 - 20:43

IMAGENS

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O Superior Tribunal de Justiça Desportiva ganhou a notoriedade que tem hoje há tres ou quatro anos. Em 2004, o tribunal ajudou o futebol brasileiro a educar torcedores com as punições de perda de mando de campo quando objetos eram atirados nos gramados ou quando os campos eram invadidos. No ano seguinte, o STJD foi alvo de críticas ao decidir, sem a análise de cada jogo, que 11 partidas fossem disputadas novamente no Brasileirão por causa da suposta influência da Máfia do Apito.

Nos últimos anos, o comando mudou, mas polêmicas continuaram. Algumas tinham mais a ver com a legislação, que deixa um abismo entre a maior punição para jogada hostil e a menor pena para agressão, quando a diferença na prática pode ser muito pequena.

Agora , no entanto, o problema é a febre de denúncias por imagens. Cada jogo tem muitas câmeras e é papel dos procuradores observar os lances que fugiram à visão da arbitragem. O que não se pode fazer é levar para o tribunal o que os árbitros já viram e interpretaram.

Se o responsável pelo apito viu a jogada e decidiu por um cartão amarelo, por exemplo, não cabe ao STJD rever o assunto para determinar uma eventual punição. Faz parte do trabalho do árbitro conhecer as regras e aplicá-las de acordo com a interpretação dos lances. Se não fizer isso direito, que seja punido pela Comissão de Arbitragem.

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