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22/11/2009 - 21:13

A PIOR DAS ORIENTAÇÕES

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Ao final de mais uma rodada emocionante do Brasileirão, quero destacar a mais absurda das orientações que recebem os árbitros de futebol.

Imagine a emoção de um gol aos 43 minutos do segundo tempo. E se esse gol determinar uma vitória de virada? Pode ficar ainda mais emocionante se o seu time precisar desse resultado para fugir do rebaixamento. Para completar, o adversário é  o líder da competição até então

Quando Jóbson marcou 3×2 para o Botafogo contra o São Paulo, a explosão de alegria foi inevitável. O atacante comemorou com a torcida e exagerou ao tirar a camisa. Levou o segundo amarelo e foi expulso. O árbitro Sandro Meira Ricci, um dos melhores do Brasileirão, agiu de acordo com a orientação dada pela Fifa.

O que não entendo é o objetivo dessa medida. A arbitragem pode perfeitamente colocar o tempo gasto na comemoração nos acréscimos, mas tentar controlar a emoção no melhor momento do futebol é realmente difícil de engolir.

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20/08/2009 - 19:49

HISTÓRIAS DAS COPAS 70

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Suíça, Inglaterra, Itália e Bélgica formaram o grupo 4 da Copa do Mundo de 54, disputada em território suíço. Pela primeira vez na história uma chave foi formada por seleções do mesmo continente, no caso, quatro equipes européias. Os suíços, donos da casa, avançaram às quartas de final com duas vitórias sobre a Itália e uma derrota para a Inglaterra. No jogo que valia vaga na semifinal, a Suíça abriu 3×0 sobre a Áustria, mas levou uma virada incrível e perdeu por 7×5. Os 12 gols do jogo são um recorde na história das copas.

Autor: - Categoria(s): Copa 2010, Histórias das Copas Tags: , , , , , , , , , , ,
12/08/2009 - 15:25

HISTÓRIAS DAS COPAS 62

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O dia 16 de julho de 1950 entrou para a história com um dos capítulos mais tristes do futebol brasileiro. Se eram 220 mil torcedores no Maracanã, como alguns cogitaram, ou 174 mil, conforme o registro oficial da Fifa, pouco importa. O fato é que o povo, não só no estádio, confiava no favoritismo do Brasil, que só precisava de um empate contra o Uruguai, e acreditava no primeiro título mundial. A festa esquentou com o gol de Friaça no começo do segundo tempo. A virada uruguaia calou o público e o placar final de 2×1 fez do Uruguai bicampeão do mundo e impôs ao Brasil um trauma que só acabaria oito anos depois.

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